Num cenário de pandemia seria difícil acreditar que alguém teria vontade de se casar. No entanto,
a S, amiga da R decidiu não adiar pela segunda vez o seu casamento, que iria mesmo realizar-se em Setembro.
Com a mania de que era popular e de que tinha de ser sempre o centro das atenções, a S não
estava a lidar bem com as restrições de pessoas, mas não poderia convidar todas as pessoas que
queria, quer para o casamento, quer para a despedida de solteira.
Quando chegou a altura da despedida de solteira tomou a decisão de dividir a festa em várias
pequenas festas em dias diferentes com diferentes grupos. Um deles era o da R, que contaria com
a colega de escola de ambas, a M e com a amiga de ambas, a C.
As quatro iriam a um jantar num restaurante especializado nesse tipo de festas: o The Bikini
Restaurant.
Antes de sair despediu-se do P, que a provocou:
“Minha menina, hoje é para ter juízo.”
Claro que sim. Todo o juízo do mundo. A não ser que alguém me dê a volta.”, provocou a R, que
passou a mão pelo caralho do P e disparou antes de sair:
“Tu podes sempre aproveitar para bater uma punheta a imaginar-me com o caralho de um stripper
na minha boca.”
Depois virou as costas e saiu, deixando o P com o pénis a latejar.
Chegada ao restaurante as amigas já lá estavam. Num ambiente de loucura controlada, face às
circunstâncias, cumprimentou-as. Mal se tinha sentado e já um rapaz apenas de boxers justos lhe
trazia uma cerveja para beber.
“Isto hoje é assim menina! Muita bebida e pouco juizo!”, exclamou a S.
“Mas com calma, que eu amanhã tenho comboio muito cedo de regresso a casa”, ripostou de
imediato a C.
“Ai, chega de conversa fiada, venham os shots.”, exclamou a M.
Ela parecia pouco interessada em conversas sobre a vida pessoal.
A música era animada, os shots iam chegando, assim como os rapazes e as raparigas com pouca
roupa.
O jantar passou numa enorme animação, com muitos copos e muitos sorrisos. E rapidamente
chegou a primeira surpresa para a S. Alguém que não se quis identificar – mas que só poderia
ser a M ou a C, porque a R sabia que não tinha sido – decidiu oferecer uma lapdance
à S.
O stripper era um jovem que não tinha mais de 20 anos, muito alto e musculado. Pegou na mão
da S e levou-a para uma cadeira num palco. Colocou depois uma máscara e começou a dançar
em torno dela ao ritmo de uma música latina. Por vezes pegava nas mãos da S e levava-a a
tocas nos seus músculos. Estava vestido apenas com uma t-shirt e umas calças. A T-shirt foi a
primeira peça de roupa a sair, que causou gritos de alegria da S, que com o álcool já estava
com níveis de timidez muito baixos
Quando as calças foram despidas, o jovem deixou um pénis meio visível através de umas cuecas
justas e um pouco transparentes. A S abriu a boca de espanto com o tamanho daquele caralho
o que causou o riso generalizado das amigas que a vários metros de distância perceberam bem o
motivo do pasmo da S.
Depois de mais uns minutos de uma dança erótica o jovem stripper vai buscar uma toalha que
coloca em torno da cintura e tapa com a cabeça da S. Depois pede à rapariga que lhe tire as
cuecas, o que ela faz quase de imediato. O que se passou nos dois minutos seguintes ninguém
sabe. A S estava sentada ao nível da cintura despida do stripper, tapada quer pelo corpo deste
quer pela toalha.
Mas se ninguém sabia, toda a gente suspeitava, principalmente depois de a S ressurgir
destapada a lamber a sua boca com a língua em sinal de enorme satisfação. Quando regressou
à mesa esperava-a mais um shot que bebeu acompanhada das amigas.
Aquela prenda abriu um precedente, porque a partir desse momento intimamente todas queriam
a mesma prenda e todas queriam qua as amigas passassem por aquilo, numa espécie de
companheirismo na ordinarice que as comprometeria a todas
A S arriscou primeiro. Chamou um daqueles rapazes e disse apontando para a M:
“Esta rapariga é a próxima.”
Minutos depois um novo stripper, este mais velho, na casa dos trinta, apareceu vestido de polícia
e levou a M algemada para o pequeno palco. Iniciou, então um strip que desta vez foi
acompanhado por uma rapariga muito mais interventiva.
A M procurava o corpo do stripper, apalpava-o. Ele, percebendo que ela estava confortável
com a situação pegou nela e dançou com ela simulando uma ato sexual. Até que, quando já estava
despido, ainda antes de ir buscar a toalha para se despir totalmente, a rapariga o surpreendeu
metendo a mão dentro dos seus boxers, apalpando o seu caralho.
Este, claramente experiente, aproveitou e virou-se de costas para o público e encostou a cara dela
a essa zona.
O público era, naquele momento, a mesa delas e uma outra mesa também com um grupo de
mulheres, mas mais velhas que estavam malucas de todo.
No palco, a M tirou os boxers do stripper sem toalha e apenas tapada pelo facto de ele estar
de costas bateu com o caralho dele na cara, começando a bater-lhe uma breve punheta.
Ele interrompeu-a e sussurrou algo ao ouvido que a fez sorrir. Ela voltou para a sua mesa em
total animação.
“Acho que estou bêbeda.” Disse ela a rir.
”Tu estás é maluca! És casada!”, comentou a R
“Minha querida, também tu, mas hoje não há casamentos, há diversão. E ninguém vi contar nada
do que aqui se passar.”, respondeu a S.
“Não contem comigo para grandes loucuras.”, comentou a C, que estava mais animada a
assistir àquilo tudo, mas claramente tinha menos familiaridade com aquelas pessoas para andar
naquelas loucuras.
A R, que estava sentada ao seu lado, deu-lhe uma palmada na coxa e riu-se para ela.
“Estas malucas não têm juízo. Nada temas. Hoje vais ficar lá em casa a dormir e eu prometo que
te entrego inteira ao J”
“E para estares mais à vontade, a seguir vais tu!”, exclamou a S, sinalizando o facto a um
jovem da casa.”
Mas desta vez a casa tinha algo diferente planeado. Em vez de um apareceram dois homens e
uma mulher. Em vez de levarem apenas a C para o palco pegaram também na mão da R. E lá foram
as duas. Cada uma na sua cadeira, lado a lado foram tendo direito aos seus respetivos strips, em
que a jovem morena de enormes mamas que os acompanhava era a responsável por tirar cada
peça de roupa. À C calhou um musculado alto e loiro. Já a R teve direito a um pretinho de
rastas.
No momento em que ambos estavam de cuecas viraram-se para a rapariga que os acompanhava
e começaram a despi-la. Sem que mais ninguém ouvisse, no palco, a rapariga stripper perguntou:
“Querem ser vocês a despir o que falta ou querem que o faça eu?”
Elas olharam uma para a outra e apontaram para ela. Nenhuma delas queria passar por aquilo
que as antecessoras passaram. E assim foi. A jovem baixou um a um os boxers deles, deixando-os tapados com uma toalha, apenas expondo as suas pilas para as duas amigas. Colocando-se
no meio ela iniciou depois uma punheta simultânea a cada um deles, que os deixou duros a menos
de um metro da cara de cada uma delas.
Tanto a R como a C estavam a sentir um misto de excitação e vergonha. A R sentia a sua
coninha a ficar molhada.
“Ficamos por aqui ou continuo? Querem vê-los esporrar-se?”
As duas ficaram caladas. Olharam-se mutuamente sem saberem o que dizer.
Olharam depois em frente e viram um imenso entusiasmo na M e na S.
“Bem, vamos fazer o seguinte, eu vou continuar a bater estas punhetas. Vocês podem optar por ir
para a mesa, ou ficar aqui e eu diria que dentro de poucos minutos verão duas boas esporradelas.”
A R inclinou-se como quem se preparava para se levantar e foi surpreendida com uma mão a
apertar o seu antebraço. A C agarrou-a dando-lhe sinal para não se levantar.
“Tens o resto da vida para guardar o segredo de que eu sou uma porca, mas eu quero ficar aqui.
Fica comigo.”
A R, que intimamente tinha o mesmo desejo, sorriu e deixou-se ficar. Deram a mão por uns
segundos, num gesto de intimidade e segredo e assistiram, então, a uma punheta intensa, forte e
rápida que ao fim de uns minutos causou um forte orgasmo ao jovem musculado que estava à
frente da C.
O jato da esporra chegou quase às pernas dela. Já o preto, que se encontrava à frente da R virou-se no momento do orgasmo para a rapariga que o masturbava, originando que a sua esporra fosse
toda projetada para a sua barriga.
As duas amigas foram depois para a mesa onde foram confrontadas pela M:
“Então, suas púdicas, nenhum uma festinha fazem numa pila? É essa a sorte dos vossos
homens?”
Elas entreolharam-se e perceberam naquele momento que não tinha sido percetível para a plateia
o que se havia passado ali.
A R entretanto apercebeu-se de um pouco de esporra que chegara mesmo ao vestido da C
e tocou-lhe na perna fazendo sinal para que se limpasse.
“Então, estiveram a vê-los nús, foi isso?”, perguntou a S.
“Sim, foi isso.”, disparou rapidamente a C
E então, eram uns caralhos jeitosos?”, insistiu a S.
“Eram bem bons e o do preto era grande. E a rapariga também era bem jeitosa.”, gracejou a R.
Decorrida a refeição, numa euforia constante, aumentada também pelas coisas que iam vendo a
outra mesa fazer, muito mais ordinárias e desinibidas do que elas, foram depois abordadas por
uma jovens em lingerie sexy.
“Meninas, vamos mudar-vos agora para a sala vip, onde vai continuar o resto da noite.”
“Sala vip? Que história é essa?”, respondeu a S surpreendida.
“Surpresa!”, respondeu a M, “É uma forma de mantermos a brincadeira!”
“Mas já é quase meia noite, daqui a nada isto fecha, não?”, perguntou a R.
“Não se preocupem, as pessoas que vão para a sala vip têm depois direito a transporte a casa à
hora que acabar. E não vai haver pressas.”
Acompanharam depois a jovem semi-nua por uma porta que as leva para uma sala com uma
disposição estranha. Tinha dois sofás de três lugares dispostos a formar um L, que tinha no meio um varão
de strip. De lado havia uma pequena pista de dança e um bar. Lá dentro estava um rapaz todo nú
a servir bebidas, apenas com um pedaço de pano atado em torno da cintura a tapar e muito mal
o pénis. De costas para tudo isso estava uma poltrona. Quem se sentasse na poltrona ficaria de
costas para todas. Em breve entenderiam porquê.
Sentaram-se a C e a R num dos sofás e a S e a M no outro. Rapidamente o jovem
barman lhes levou quatro caipirinhas e a música começou a tocar. Elas levantaram-se e
começaram a dançar entusiasmadas.
Até que entrou na sala uma senhora ruiva, com longos cabelos, vestida de dominadora, toda com
cabedal, com um espartilho que lhe realçava as mamas e uma maleta vermelha que as fazia
entender o que estaria para vir.
“Olá meninas, para começar esta vossa aventura vamos fazer uma demonstração de alguns
produtos eróticos.”
Fez-se silêncio. Nenhuma delas sabia como reagir a seguir à frente das restantes. Esperaram pelo
desenrolar da situação.
O primeiro objeto é uma algema. Muito útil para não deixar os vossos maridos fugir. Mas não só!”
e pegando nas algemas metálicas perguntou:
“Quem se oferece para testar?”
A M, que era claramente a mais entusiasmada com aquilo e provavelmente a mais bêbeda
ofereceu-se de imediato. Mas foi então surpreendida. A dominadora pegou nos braços dela e
levou-a até ao varão, algemando-a em torno do poste.
Ficaram todas perplexas, mas ao mesmo tempo começou uma risada geral, interrompida apenas
pelo assobio alto e forte da mulher que fez entrar na sala o jovem preto que há pouco fizera o strip
à R. Vinha já todo nú, expondo o seu grande caralho para alegria generalizada.
“Este nosso amigo costuma ser o favorito das visitas.”
“A R há pouco podia ter tido este menino na mão e desperdiçou!”
As algemas são muito úteis para castigar meninas que se portam mal”, continuou a dominadora,
“com elas não há como fugir”.
O jovem stripper começou então a passar uma pena comprida pelo pescoço da M, pelas
pernas até à mini-saia. Pousou depois a pena e com as suas mãos grandes percorreu as pernas
da rapariga que em excitação se agarrava com as duas mãos ao varão.
Posso?”, perguntou ele baixinho, com a mão no limite da saia, insinuando que quereria subir mais
um pouco.
“Faz o que quiseres!”, sussurrou a M.
O jovem entrou com a mão pela parte de baixo da sua saia e com um dedo penetrou quase de
imediato a sua cona, de tão molhada que estava, retirando-o em seguida, o que causou um gemido
alto da miúda e depois de segundos de silêncio pasmo, ouviram-se palmas eufóricas da plateia.
“Ah maluca!”, gritava a S.
“Outro objeto que podem considerar muito útil é este anel para o pénis que vibra mantendo-o ereto
durante mais tempo.”
Colocou-o, então no caralho firme do stripper que roçou com ele o rabo da M.
“Podem tocar se quiserem, para perceber a intensidade.”, disse a dominadora.
Passou primeiro à frente da C, que primeiro tocou apenas no anel vibratório, mas que não o
deixou ir embora sem lhe dar duas fortes estocadas, que mais uma vez provocaram risada geral.
Já a R levantou-se e encostou-se a ele, colocando o pénis no meio das pernas para sentir a
intensidade. Já experimentara uma coisa daquelas com P e não achara grande piada.
Quando passou para a S, para surpresa de toda a gente ela abocanhou-o de imediato e fez-lhe um broche por cerca de um minuto. Quando levantou a cabeça viu as amigas pasmadas.
“Querem ver que eu era a única a querer fazer isto?!”, disse.
“Se me prometerem que o J nunca saberá disto, eu também quero experimentar.”, rematou
timidamente a C para surpresa geral.
“Tem juízo. Nenhum dos nossos homens pode saber de nada desta noite.”, respondeu de imediato
a S.
A R, em vez de responder, pegou no homem pelo caralho, aproximou-o da boca da C e introduziu-o nela, sem que esta se queixasse.
C iniciou, então, um broche muito lento e molhado. Saliva escorria pelo canto da sua boca
para o pénis deixando-o todo molhado. Subitamente parou.
“Já chega, vá, não quero que fiques mal habituado.”, brincou, enquanto as amigas batiam palmas
e gritavam entusiasmadas pela sua atitude.
O homem foi depois soltar a M que não se sentou sem antes punhetar mais um pouco o rapaz.
“Bem, já vi que este stripper está mesmo a ser um sucesso.”, concluiu a dominadora e continuou a sua apresentação:
“Agora, para quando os vossos homens se portarem mal e não vos derem o prazer que merecem
apresento-vos o Satisfyer.”
A R estava farta de saber o que aquilo era. Já perdera a conta aos orgasmos que tivera graças
àquele objeto que o P lhe oferecera há uns anos.
“Agora vou oferecer-vos uma experiência que mudará a vossa vida para sempre. Mas para isso
preciso de uma voluntária.”
Naturalmente nenhuma se ofereceu. Nenhuma delas queria expor a sua cona e o seu prazer às
amigas. Pelo menos por enquanto…
“Vamos fazer assim. Digam-me a última vez que cada uma de vocês teve um orgasmo e a que
tiver estado mais tempo sem se vir experimenta.”
“Ui, sei lá. O B quando se vem vira-se para o lado. Volta e meia toco-me mas já não me venho
há vários meses.”.
“Porra. Eu não passo uma semana sem me vir, nem que seja com um vibrador. Vim-me há coisa
de ¾ dias.”, respondeu a M.
“Bem, já perdi. Não uso nada destas coisas e não me lembro a última vez que me vim.”, respondeu
a C.
A R calou-se há menos de 24 horas tinha tido vários orgasmos com o marido e o Satisfyer dela.
“E tu, R? Não dizes nada?”, perguntou a S.
“Bem, para este efeito só vos posso dizer que perdi”.
“AH, minha porca, não me digas que já te vieste hoje!”, provocou a S e continuou “bem, não
importa já percebemos que é a C.”
Percebendo o desconforto da rapariga a dominadora descansou-a:
“Não te preocupes, este é o momento em que te vais sentar naquela poltrona onde te podes despir
e experimentar à vontade, sem que te vejam. Mas duvido que não te oiçam!”, gracejou.
A C levantou-se, pegou na caixa do Satisfyer e deslocou-se até à poltrona onde, fora da vista das restantes,
despiu o seu vestido, colocou lubrificante e ligou o vibrador. Enquanto bebiam as amigas
sentavam-se com alguma expectativa, que apenas fosse menor na R que sabia bem que a
qualquer momento começariam os gemidos de um enorme prazer.
E assim foi. Com a música de fundo e os risos das restantes, a C começou a emitir gemidos
cada vez mais volumosos e a repetir várias vezes “Foda-se” e “caralho”, num prazer crescente e
cada vez mais difícil de controlar.
Depois veio-se a primeira vez. Foi fácil de perceber. Naquele momento a dominadora deu a
indicação para que se desligassem as luzes, ficando apenas uma luz muito ténue nas paredes
junto ao teto. Elas mal se viam entre si.
A R aproveitou a ocasião e ao ritmo dos gemidos da C, que não parara de usar o vibrador
mesmo depois de se vir pelo menos uma vez, começou a tocar-se lentamente.
Ao seu lado a S sentou o stripper entre ela e a M e numa loucura irrefletida começaram uma de cada lado a beijá-lo no pescoço. Elas foram descendo e beijando e lambendo o seu corpo até chegarem ao seu caralho.
Nesse momento a dominadora pôs-se de pé e foi sentar-se junto da R. Começou a despi-la e a
percorrer o seu corpo.
“Tu a mim não enganas. Topa-se à légua que és a mais sabida de todas.”, sussurrou-lhe ao ouvido
e perguntou “mas já alguma vez foste fodida por um mulher?”
A R, tentando não ser ouvida pelas restantes encostou-se ao ouvido da dominadora e disse:
“Eu não quero ser fodida eu quero foder!”
E dizendo isto pegou na mão da dominadora e levou-a à sua cona molhada, fazendo-a tocar-lhe
o clitóris enquanto gemia.
A mulher foi apanhada de surpresa, mas não se deixou ficar.
“Acho que ainda não percebeste que a dominadora aqui sou eu.”
Pegou depois na R e levou-a até ao varão onde atou as mãos dela com uma corda pelas costas,
deixando as suas maminhas à sua disposição, que apalpou à vez.
Entusiasmadas com o preto que chupavam alternadamente, a M e a S nem percebiam
o que se passava e mesmo junto de si a dominadora desapertava todo o vestido da R e com uma
faca cortou o soutien e as cuecas dela. Colocou-lhe depois uma venda.
“Vai-me dar um prazer especial ver-te vir, minha cabra!”
Começou depois a tocar a R no clitóris e a levá-la ao prazer. Até que parou e com um dildo
começou a penetrá-la lentamente até estar todo dentro dela.
“Talvez queiras um update”, brincou ao seu ouvido a dominadora e continuou, “noiva já está neste
momento a colocar um preservativo no caralho do gajo e a preparar-se para o foder. A rapariga
do Satisfyer já se veio tantas vezes que acho que não tarda desmaia. A outra já levou com uma
esporradela na cara e está a suplicar ao barman que lhe foda o cú.”
A R sorriu timidamente.
“Há sempre a destinatária da festa e aquela que merece verdadeiramente a festa. Esta é uma sala
de prazer, destinada a quem o sabe experienciar. E hoje essa pessoa és tu. Por isso, vou por a
música mais alto e vou manter-te com a venda enquanto entender que deves estar privada dos
teus sentidos. Vou deixar a noiva foder enquanto quiser, para continuar a aliviar a frustração por
ir casar com um homem que não pensa em que dar prazer. E tu, minha menina, vais ter uma noite
inesperada.”
Dizendo isto afastou-se. A música passou para um volume que tornou inaudível a foda da S,
que entretanto se iniciara a todo o gás.
Uns breves minutos depois, a R sentiu duas presenças junto dela, uma de cada lado. Estavam
nuas e eram duas mulheres, cujas mamas ela sentia roçar nos seus braços de lado. Uma delas
desabafou:
“Fogo, estamos às escuras, não se percebe nada!”
Era a C! A R ficou em pânico. Porque estaria ela vendada se entretanto a divisão estava
totalmente escura? Que era aquilo? As duas iam envolver-se com ela? Como teriam sido
convencidas. Ficou em silêncio…
“Podes crer! Mas até acho isto mais excitante!, disse a outra voz, que a R reconheceu logo como
sendo a M e que continuou, “Não acredito que a R foi para outra sala com um gajo.
Acreditas?”
“Olha, eu não acredito em nada do que se está a passar.”
A R percebe então que elas acham que ela não está na sala e que teria ido embora com outro
homem para foder. O álcool e a excitação eram tantos que qualquer hipótese poderia fazer sentido.
A dominadora estava claramente a meter-se com ela.
A M começou então a percorrer o corpo da R e apertou-lhe uma mama. Puxou, depois, pelo
corpo da C que começou por acertar num ponto da R, quando lhe passou subtilmente uma
mão pela coxa.
“Calhou-nos uma muda!”, gozou a M.
“Antes assim, senão eu perdia a coragem. Ainda não acredito que aceitei tocar noutra mulher. Que
se passa comigo hoje?”
“O que se passa é falta de aventura e mesmice durante anos. Eu estou a adorar esta noite e confio
completamente que amanhã isto é passado.”
“Espero bem que sim.”, respondeu a C, ganhando coragem para subir a coxa e direcionar a
sua mão à cona da R, que gemeu baixinho, não se ouvindo com a música.
As suas duas amigas começaram depois a lamber-lhe as mamas e a beijar-se entre si. Colocaram-se depois
uma pela sua frente e outra por trás e enquanto se beijavam junto do seu ouvido penetravam-na
em simultâneo na cona e no cú com os dedos.
“Ah foda-se, isto não dá para mim, por muito que e excite preciso de um caralho!” gritou a M.
“Já sei” respondeu a C, iniciando depois uma viagem às cegas até junto da S que era
comida de quatro pelo stripper a cerca de dois metros delas.
A música estava alto e ela começou a berrar. De repente, como se de uma travessura se tratasse
cortaram a música e só se ouviu a C gritar:
“Vamos rodá-lo pelas três!”
“Três? Quem foi embora?” perguntou de imediato a controladora S.
“A R foi para outra divisão foder um gajo.”, respondeu mais afastada a M.
“Aquela Cabra! É a pior de todas!”
“Mas olha, a senhora trouxe-nos uma miúda para nós experimentarmos. “, acrescentou a C.
“Uma miúda? Não sei se gosto dessas experiências!”
“Deixa-te de ser conservadora. Um orgasmo é um orgasmo, não tem sexo!”, respondeu a C.
A M libertou os braços da R e juntas foram para o sofá. Numa ideia louca a S sugeriu
que todas se pusessem de quatro e fossem penetradas à vez pelo homem, enquanto brincavam
com a mulher desconhecida.
“Esperem, uma última coisa, antes de me retirar, vou colocar em todas vós uma venda para que
apenas o homem e a mulher com quem estão possam ver e controlar.”, disse a dominadora.
E depois de o fazer retirou a venda da R e a sala voltou a ficar com a luz ténue que tivera antes.
Durante uns minutos lambeu o pescoço da R, chupou-lhe as mamas e masturbou-a, para
repentinamente a deixar.
“Hoje vais-te vir nas mãos das tuas amigas. Vais ter uma experiência única. Adeus, minha putinha”
A R pode, então, contemplar aquele espetáculo de sodoma. As três mulheres de joelhos no
chão, vendadas, virada para o sofá onde ela estava sentada. Atrás delas o preto de pau ereto
preparava-se para trocar de preservativo e sem fazer barulho apontou com um dedo para cada
uma das três perguntando à R quem deveria começar a foder.
Apontou para a M, mas pegou na mão da S e sentou-a no sofá abrindo-lhe as pernas.
Aproximou depois a boca da M para que começasse a lambê-la ao mesmo tempo que o
homem a penetrou.
“Foda-se S, a tua cona ainda cheira a caralho. Tão bom!”
“És tu que e estás a lamber? Fogo, sabes mesmo o que fazes tão bom!” respondeu a S.
Entretanto, sem ver nada, ao lado a C tocava-se ao som daquelas obscenidades. A R foi
então para trás dela e depois de lubrificar devidamente, enterrou-lhe dois dedos na cona,
causando uma contração imediata. Depois olhou para o lado e viu um dildo enorme, que lobrificou
o máximo que pode e introduziu na cona dela lentamente até enterrar todo.
A C agarrava-se com força ao sofá, completamente alheia ao facto de ao seu lado a M
estar a ser fodida à canzana pelo preto, enquanto lambia a cona da S.
A R decide trocar a S de lugar, colocando-a agora à disposição da boca da C. Ambas
tiveram vergonha de se identificar, mas quer uma, quer outra sabiam bem o que queriam fazer. A
S conduziu a cabeça da C à sua cona, que a lambeu e penetrou com a língua.
A R aproveitou e lambeu os mamilos da S, antes de voltar a dedicar-se à C, por quem há anos tinha uma tímida atração, o que tornava tudo ainda mais especial. Começou penetrá-la com o dildo, enquanto com a outra mão a acariciava nas mamas.
“Foda-se, vou-me vir.”, gritou ela, para grande alegria das amigas. Foi difícil para a R ficar em
silêncio.
A R penetrou-a ainda com mais velocidade, intensificando o seu orgasmo. Ela virou-se para a R e
sem saber quem era disse-lhe ao ouvido “obrigada”.
A R como resposta acariciou-lhe os mamilos. Sentou-a, depois, no sofá ao lado da S e como
forma de provocação a ambas colocou as mãos sugerindo que se tocassem mutuamente. A S
hesitou.
“Ó S, meu Deus, que puta tão púdica!”, atiçou a C tocando-lhe no clitóris.
E parece ter resultado. A S começou a masturbá-la enquanto gemia com a reciprocidade do
toque da amiga. Alguns minutos depois a própria S pegava na mão da C e controlava o
ritmo a que era masturbada, acabando por chegar a um volumoso orgasmo.
A R foi, então, ter com a M e abriu-lhe as pernas para ser lambida por ela, enquanto o preto
a fodia. Por várias vezes apeteceu-lhe gritar, mas conseguiu aguentar para não ser descoberta.
Finalmente, também a M cedeu ao prazer e teve mais um orgasmo.
Depois de satisfeitas as três amigas, o Stripper teve uma ideia.
Colocou-as três de joelhos e a R sentou-se no sofá onde elas começaram a acariciá-la nas pernas,
nas mamas, no pescoço, a penetrá-la com dedos e com a língua.
A R não aguentou o silêncio e libertou-se num muito sonoro orgasmo, entre gritos, gemidos e
frases de prazer, que a denunciaram de imediato.
O stripper aproveitou esse facto para tirar as vendas às três amigas, que começaram por mostrar alguma timidez pelo facto de terem a sua nudez exposta.
Durante uns segundos ninguém falou.
“Meninas, agora é a minha vez de ter um orgasmo! Toca a trabalhar!”, disse o jovem a rir.
A primeira a ajoelhar-se e agarrar-se ao caralho dele foi a M, que foi seguida pela C,
que antes de se ajoelhar o beijou na boca, enquanto segurava e empurrava a cabeça da M,
obrigando-a a enterrar aquele caralho mais fundo na sua boca. A S colocou-se por detrás dele,
alternando entre a punheta e caricias nos mamilos.
Já a R ainda deitada a recuperar do louco orgasmo estava a contemplar tudo aquilo com um
sorriso nos lábios.
“Caralho, minhas putas, vou-me vir. Vem cá R, vais bater-me uma punheta para a cara destas
porcas!”
Dizendo isto as três ajoelharam-se à frente dele e a R colocou-se por trás a masturbar aquele
caralho gordo e comprido que estava muito rijo. Nem dois minutos depois ele contorceu todo o seu
corpo dando sinal de que estaria perto do orgasmo. Jorrou muito esperma que foi maioritariamente
para a cara e as mamas da C, que era quem estava à frente deles naquele momento.
Mas imediatamente a M começou a beijá-la, lambendo-lhe da cara as provas daquela
enorme esporradela. A R pegou na cabeça da S e com delicadeza conduziu-a às mamas da
C das quais ela sugou o restante esperma.
“Muito bem, minhas meninas. Portaram-se muito bem. S, espero que tenhas gostado desta
tua última loucura antes de iniciares a vida de casada.”
Depois acendeu as luzes e apontou para uma porta ao fundo onde uma espécie de balneário
permitiu que elas tomassem um duche antes de sair.
Quase sempre em silêncio dirigiram-se depois para a saída onde encontraram um carro com
motorista que ira levá-las às respetias casas. Junto dele a dominadora esperava.
“Espero que se tenham divertido. Sejam felizes.”, despediu-se.
Mas antes de ir embora aproximou-se do ouvido da R e disse:
“A ti quero ver novamente. Traz o teu homem cá e eu prometo-vos uma noite inesquecível.”
A R aproveitou a proximidade, apalpou-lhe o rabo e sussurrou “quem sabe”, entrando depois no
carro.
Depois de deixarem a S e a M em casa, chegaram à casa da R, onde a C ia
pernoitar. Entradas no prédio a C agarrou a R pelo braço.
“R, por favor. Isto tem que ficar mesmo entre nós. Se o J sabe estou fodida.”, disse baixinho.
A R acariciou-lhe a cara e respondeu:
“Não te preocupes, nenhuma de nós tem qualquer interesse em divulgar o que se passou. Mas
olha, foi uma noite muito fixe!”
“Muito fixe? Foi inacreditável!”
Depois subiram, a R levou a C ao quarto.
“R, vê-se bem que estás à vontade com o sexo. Talvez também isso me falte na vida.”
“C, faz como eu e o P e abre-te às experiências. E já sabes, podes sempre vir cá fazer umas
visitas e vamos aventurar-nos pela cidade.”
A R despediu-se, foi para o quarto e meteu-se na cama, onde fez a tão adorada conchinha ao seu
P.
“Hmm. Tão bom. Divertiram-se?”, perguntou ele.
A R colocou a mão dentro das calças do P e começou a masturbá-lo. Quando começou a ficar durinho a R sussurrou-lhe:
“Preparado para ouvir uma história que te vai fazer vir vezes sem conta na minha mão?”
E menos de meia hora, entre as mais variadas posições sexuais o P veio-se dentro do cú da R, suspeitando ambos que era impossível a amiga no quarto do lado não os ter ouvido.
Até que, de repente, vindo do quarto do lado, um grito de orgasmo avisa-os que estavam todos em sintonia.
Novamente em conchinha, os dois adormeceram.
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